quinta-feira, 6 de outubro de 2011

BRASIL TEM A 3ª MAIOR TAXA DE HOMICÍDIOS DA AL


O Brasil tem a terceira maior taxa de homicídios na América Latina, com 22,7 casos para cada 100 mil habitantes. O país fica atrás apenas da Venezuela (49) e da Colômbia (33,4). Os dados fazem parte do Estudo Global de Homicídios 2011, do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (Unodc). O relatório, lançado hoje (6), apresenta um balanço dos índices de homicídios no mundo, com base em dados da Justiça criminal e dos sistemas de saúde pública de 207 países.
Em números absolutos, o Brasil, no entanto, lidera o ranking de homicídios, com 43.909 registros. Os dados se referem a 2009 e, segundo o estudo, foram fornecidos pelo Ministério da Justiça. O relatório leva em consideração informações repassadas pelos países relativas a 2010 ou ao ano anterior mais recente.

ITABUNA ENFRENTA ALTO RISCO DE EPIDEMIA DE DENGUE, DIZ MINISTÉRIO


- PREFEITURA É ACUSADA DE MANIPULAR ESTATÍSTICA

Itabuna e Ilhéus mais uma vez estão incluídas na lista de municípios brasileiros que correm sério risco de enfrentar uma epidemia de dengue nos próximos meses. Os dados do Ministério da Saúde mostram que os dois municípios estão em situação de alto risco.
Na Bahia, além de Itabuna e Ilhéus, estão na lista que preocupa os municípios de Juazeiro, Porto Seguro, Barreiras, Feira de Santana, Jequié e Salvador. Itabuna aparece entre os que mais registraram casos de dengue nas últimas semanas.
Servidores da prefeitura de Itabuna denunciaram que o controle das larvas do mosquito transmissor é manipulado e a estatística prejudicada por falta de material e sub-notificações. O índice real de infestação está acima de 30% na maioria dos bairros.
De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, 384 municípios já notificaram casos de dengue neste ano. O número representa 92% dos municípios baianos. A doença causou 13 mortes. Informações d´A Região.

DISCURSO DE STEVE JOBS

Morre Steve Jobs, fundador da Apple


Steve Jobs (Foto: Moshe Brakha/AP)

Morreu nesta quarta-feira (5) aos 56 anos o empresário Steven Paul Jobs, criador da Apple, maior empresa de capital aberto do mundo, do estúdio de animação Pixar e pai de produtos como o Macintosh, o iPod, o iPhone e o iPad.
Idolatrado pelos consumidores de seus produtos e por boa parte dos funcionários da empresa que fundou em uma garagem no Vale do Silício, na Califórnia, e ajudou a transformar na maior companhia de capital aberto do mundo em valor de mercado, Jobs foi um dos maiores defensores da popularização da tecnologia. Acreditava que computadores e gadgets deveriam ser fáceis o suficiente para ser operados por qualquer pessoa, como gostava de repetir em um de seus bordões prediletos, que era "simplesmente funciona" (em inglês, "it just works"). O impacto desta visão foi além de sua companhia e ajudou a puxar a evolução de produtos como o Windows, da Microsoft.
A luta de Jobs contra o câncer desde 2004 o deixou fisicamente debilitado nos anos de maior sucesso comercial da Apple, que escapou da falência no final da década de 90 para se transformar na maior empresa de tecnologia do planeta. Desde então, passou por um transplante de fígado e viu seu obituário publicado acidentalmente em veículos importantes como a Bloomberg. Há 42 dias, deixou o comando da empresa.
Foi obrigado a lidar com a morte, que temia, como a maioria dos americanos de sua geração, desde os dias de outubro de 1962 que marcaram o ápice da crise dos mísseis cubanos. "Fiquei sem dormir por três ou quatro noites porque temia que se eu fosse dormir não iria acordar", contou, em 1995, ao museu de história oral do Instituto Smithsonian.
"Ninguém quer morrer", disse, posteriormente, em discurso a formandos da universidade de Stanford em junho de 2005, um feito curioso para um homem que jamais obteve um diploma universitário. "Mesmo as pessoas que querem ir para o céu não querem morrer para chegar lá. E, por outro lado, a morte é um destino do qual todos nós compartilhamos. Ninguém escapa. É a forma como deve ser, porque a morte é provavelmente a melhor invenção da vida. É o agente da vida. Limpa o velho para dar espaço ao novo."
Homem-zeitgeist
A melhor invenção da vida, nas palavras do zen-budista Jobs, deixa a indústria da tecnologia órfã de seu "homem-zeitgeist", ou seja, o empresário que talvez melhor tenha capturado a essência de seu tempo. Jobs apostou na música digital armazenada em memória flash quando o mercado ainda debatia se não seria mais interessante proteger os CDs para fugir da pirataria.
Home da Apple (Foto: Reprodução)Na página da Apple, foto em homenagem ao 
fundador (Foto: Reprodução)
Ele acreditou que era preciso gastar poder computacional para criar ambientes gráficos de fácil utilização enquanto as gigantes do setor ainda ensinavam usuários a editar o arquivo "AUTOEXEC.BAT" para configurar suas máquinas. Ele viu a oportunidade de criar smartphones para pessoas comuns ao mesmo tempo em que o foco das principais fabricantes era repetir o sucesso corporativo do BlackBerry.
Sob o comando de Jobs, a Apple dizia depender muito pouco de pesquisas de mercado. “Não dá para sair perguntando às pessoas qual é a próxima grande coisa que elas querem. Henry Ford disse que, se tivesse questionado seus clientes sobre o que queriam, a resposta seria um cavalo mais rápido", afirmou, em entrevista à revista "Fortune" em 2008. Em 2010, quando perguntado sobre quanto a Apple havia gasto com pesquisa com consumidores havia sido feito para a criação do iPad, Jobs respondeu que "não faz parte do trabalho do consumidor descobrir o que ele quer. Não gastamos um dólar com isso."
Nem sempre esta habilidade garantiu o sucesso da Apple, como na primeira versão da Apple TV, computador adaptado para trabalhar com central multimídia que não conseguiu um volume de vendas relevantes. Mas Jobs conseguia minimizar os fracassos: no caso da Apple TV, ele dizia que se tratava de um "hobby", um projeto pessoal que não fazia tanta diferença nos planos da empresa.
Perfeccionista e workaholic, Jobs gostava de controlar todos os pontos da produção da Apple, resistindo, inclusive, à decisão de terceirizar gradativamente a fabricação dos produtos da companhia para fabricantes chineses - plano proposto e executado pelo agora novo comandante da companhia, Tim Cook, e que se mostrou acertado.
Conhecido como um “microgerente”, nenhum produto da Apple chegava aos consumidores se não passasse pelo padrões Jobs de qualidade e de excentricidade. Isso incluía, segundo relatos, o número de parafusos existentes na parte inferior de um notebook e a curvatura das quinas de um monitor. No dia do anúncio de que Jobs estava deixando o comando da Apple, Vic Gundotra, criador do Google Plus, contou que recebeu uma ligação do presidente da Apple no domingo para pedir que fosse corrigida a cor de uma das letras do ícone do atalho do Google no iPhone.
Steve Jobs anunciou que deixará cargo de presidente da Apple (Foto: Reuters)Steve Jobs durante apresentação de produto
da Apple nos EUA (Foto: Reuters)
Na busca por produtos que fossem de encontro com seu padrão de qualidade pessoal, Jobs era criticado em duas frentes. Concorrentes e boa parte dos consumidores que tentavam fugir da chamado "campo de distorção da realidade" criado pela Apple reclamavam das diversas decisões que faziam dos produtos da companhia um "jardim fechado", incompatíveis com o resto do mundo e restritos a normas que iam além de restrições tecnológicas. Tecnicamente sempre foi possível instalar qualquer programa no iPhone, mas a Apple exige que o consumidor só tenha acesso aos programas aprovados pela companhia.
Internamente, entre alguns de seus funcionários, deixou a imagem de "tirano". Alan Deutschman, autor do livro “The second coming of Steve Jobs", afirma que, ao lado do "Steve bom", o mago das apresentações tão aguardadas pelo didatismo e capacidade de aglutinar o interesse do consumidor, também existia o “Steve mau”, um sujeito que gostava de gritar, humilhar e diminuir qualquer pessoa que lhe causasse algum tipo de desprazer.
Ao jornal “The Guardian”, um ex-funcionário que trabalhou na Apple por 17 anos comparou a convivência com Steve com à sensação de estar constantemente na frente de um lança-chamas. À revista “Wired”, o engenheiro Edward Eigerman afirmou: “mais do que qualquer outro lugar onde já trabalhei, há uma grande preocupação sobre demissão entre os funcionários da Apple”. A mesma publicação contou que o diretor-executivo não via problemas em estacionar sua Mercedes na área da empresa reservada aos deficientes físicos -- às vezes, ele ocupava até dois desses espaços.
Jobs também sempre precisou de um "nêmesis", um inimigo que ele satanizava e ridicularizava em público como contraponto de suas ações na Apple. O primeiro alvo foi a IBM, com quem disputou o mercado de computadores pessoais principalmente no início dos anos 80. Depois, a Microsoft, criadora do MS-DOS e do Windows. Mais recentemente, Jobs vinha mirando o Google, gigante das buscas na internet cujo presidente chegou a fazer parte do conselho de administração da Apple, e que investiu no mercado de sistemas para smartphones com o Android. Jobs ordenou que a Apple lutasse, mesmo que judicialmente, contra o programa que ele considerava um plágio do iOS, coração do iPhone e do iPad.
Steve Jobs (Foto: Kimberly White/Reuters)Steve Jobs (à direita), ao lado do antigo sócio
Steve Wozniak (Foto: Kimberly White/Reuters)
Do LSD ao Mac
O sucesso empresarial de Jobs é ainda um dos principais resquícios da transformação da contracultura dos anos 60 e 70 em mainstream nas décadas seguintes. A companhia que hoje briga para ser a maior do mundo foi fundada após Jobs ir à Índia em 1973 em busca do guru Neem Karoli Baba. O Maharaji morreu antes da chegada de Jobs, mas o americano dizia que havia encontrado a iluminação no LSD.
"Minhas experiências com LSD foram uma das duas ou três coisas mais importantes que fiz em minha vida", disse, em entrevista ao "New York Times". Depois, afirmou que seu rival, Bill Gates, seria "uma pessoa (com visão) mais ampla se tomasse ácido uma vez". O LSD foi a mesma droga que fascinara o inventor do mouse e precursor do ambiente gráfico, Douglas Englebart, cerca de dez anos antes de Jobs.
Coincidentemente foram o mouse e o ambiente gráfico os inventos que chamaram a atenção de Jobs na fatídica visita ao laboratório da Xerox em Palo Alto, em 1979. É uma das histórias mais contadas e recontadas do Vale do Silício, e as versões variam entre acusações de espionagem industrial à simples troca pela Apple de patentes que a Xerox não teria interesse em desenvolver por ações da companhia, que abriria seu capital no ano seguinte.
Fato é que a equipe de Jobs voltou da visita encantada com a metáfora do "desktop" utilizada pelo Xerox Alto. A integração entre ícones representando cada uma das funções do computador, acessadas por meio de uma seta comandada por um mouse, foi a base do Apple Lisa e, posteriormente, do Macintosh.
Steve Jobs (Foto: Robert Galbraith/Reuters)Steve Jobs, em uma das últimas aparições à frente
da Apple (Foto: Robert Galbraith/Reuters)
Com o "Mac", enfim, Jobs conseguiu colocar em prática a visão de que havia desenvolvido em parceria com o amigo e sócio Steve Wozniak, responsável pela criação das soluções técnicas que fizeram dos primeiros computadores da Apple máquinas que mudaram o cenário da computação "de garagem" que vinha se desenvolvendo nos Estados Unidos nos anos 70. Agora, 8 anos após a fundação da empresa, Jobs e "Woz" apresentavam um computador que não era feito para "o restante de nós".
"Algumas pessoas acreditam que precisamos colocar um IBM PC sobre cada escrivaninha para melhorarmos a produtividade. Não vai funcionar. As palavras mágicas especiais que você precisa aprender são coisas como 'barra Q-Z'. O manual para o WordStar, processador de texto mais popular, tem 400 páginas. Para escrever um livro, você precisa ler um livro - e um que parece um mistério complexo para a maioria das pessoas", afirmou Jobs em entrevista publicada pela Playboy americana de fevereiro de 1985.
Na frase, Jobs demostra que queria enfrentar a IBM, gigante nascida no início do século e que, depois de dominar o mercado de servidores corporativos, queria tomar também o setor de computadores pessoais. Para ele, as máquinas da IBM eram feitas "por engenheiros e para engenheiros", e havia a necessidade de criar algo para o "restante", ou, como diria a famosa campanha "Pense diferente" da Apple de 1997, um computador para "os loucos, os desajustados, os rebeldes (..), as peças redondas encaixadas em buracos quadrados".
Saída da própria empresaMas o sucesso do Mac - que viria posteriormente a impulsionar a adoção de ambientes gráficos até mesmo entre os computadores da IBM (com o Windows, criado pela Microsoft) - não evitou que Jobs acabasse demitido de sua própria companhia. As disputas internas entre equipes que queriam investir no mercado corporativo e as que apostavam apenas no consumidor fizeram com que John Sculley, vindo da Pepsi à convite do próprio Jobs, convencesse o conselho de administração de que era hora da empresa se livrar de seu fundador.
Durante a década em que esteve fora, Jobs fez dois investimentos que acabaram, de maneiras diferentes, alavancando o mito em torno de seu "toque de midas". No primeiro, pagou US$ 10 milhões pela problemática divisão de computação gráfica da LucasFilm, empresa de George Lucas responsável por franquias do cinema como Star Wars e Indiana Jones. A nova empresa foi batizada de Pixar, e após emplacar sucessos como “Toy story”, “Vida de inseto”, “Monstros S.A.” e “Procurando Nemo”, acabou sendo adquirida pela Disney por US$ 7,4 bilhões em 2006. No processo, Jobs se transformou no maior acionista individual da companhia de Mickey Mouse.
O outro investimento foi a semente não apenas do retorno de Jobs à Apple, mas teve relação direta com o surgimento da World Wide Web, invenção que impulsionou o crescimento da internet no mundo. Com a NeXT, Jobs desenvolveu computadores poderosos indicados para o uso educacional e desenvolvimento de programas. Um terminal NeXT foi usado por Tim Berners-Lee como o primeiro servidor de web do mundo, em 1991. Em dezembro de 2006, a Apple adquiriu a NeXT, manobra que serviu para incorporar tecnologias ao grupo e trazer Jobs de volta para o comando da companhia.
Steve Jobs (Foto: Kimberly White/Reuters)Steve Jobs com seu sucessor no comando da
Apple, Tim Cook (Foto: Kimberly White/Reuters)
O retorno de Jobs marca o início de uma era de crescimento para a Apple incomum na história do capitalismo americano. A sequência de sucessos - alguns atrelados a mudanças no paradigma de mercados importantes - inclui o MacBook, o tocador digital iPod, a loja virtual iTunes, o iPhone e o iPad. A maioria destes produtos veio de ideias impostas pelo próprio Jobs. À revista “Fortune”, em 2008, Jobs falou sobre sua tão aclamada criatividade - "sempre aliada ao trabalho duro", como ele mesmo enfatizou. "Não dá para sair perguntando às pessoas qual é a próxima grande coisa que elas querem. Henry Ford disse que, se tivesse questionado seus clientes sobre o que queriam, a resposta seria um cavalo mais rápido."
Nesta segunda passagem, Jobs reforçou ainda o legado de um empresário ímpar, que impunha uma visão holística na criação, desenvolvimento e venda de seus produtos, Do primeiro parafuso ao plástico que embalaria a caixa de cada aparelho, passando por custo, publicidade, estratégia de vendas.
Sigilo na vida pessoal
A mesma discrição que Jobs impunha na vida profissional - os lançamentos da Apple sempre foram tratados como segredo, aumentando a gerar um movimento de especulação que acabava servindo como publicidade gratuita - foi adotada em sua vida pessoal. Por isso, a luta do executivo contra o câncer no pâncreas foi tratada com muito sigilo, dando margem a uma infinidade de boatos.
Em 2004, Jobs fez tratamento após descobrir um tipo raro da doença. Durante o ano de 2008, Jobs foi aparecendo cada vez mais magro e os boatos aumentaram, até que ele anunciou em janeiro de 2009 seu afastamento da diretoria da empresa para cuidar da saúde. No início de 2011, novo afastamento, até que, em agosto, Jobs deixou de vez o comando da Apple. "Eu sempre afirmei que se chegasse o dia em que eu não fosse mais capaz de cumprir minhas obrigações e expectativas como CEO da Apple, eu seria o primeiro a informá-los disso. Infelizmente, este dia chegou", afirmou, em comunicado.
Steve Jobs apresenta o iPhone 4, em junho de 2010 (Foto: Robert Galbraith/Reuters)Steve Jobs apresenta o iPhone 4, em junho de
2010 (Foto: Robert Galbraith/Reuters)
A vida reservada fez, por exemplo, que Jobs não tivesse contato direto com sua família biológica. Nascido em 24 de fevereiro de 1955 em San Francisco, filho dos então estudantes universitários Abdulfattah John Jandali, imigrante sírio e seguidor do islamismo, e Joanne Simpson, foi entregue à adoção quando sua mãe viajou de Wisconsin até a Califórnia para dar à luz.
Segundo o pai biológico, os sogros não aprovavam que sua filha se casasse com um imigrante muçulmano. Lá, ele foi adotado por Justin e Clara Jobs, que moravam em Mountain View. Seus pais biológicos depois se casaram e tiveram uma filha, a escritora Mona Simpson, que só descobriu a existência do irmão depois de adulta.
Do pai adotivo, herdou a paixão de montar e desmontar objetos. Assim como Paul, Steve não chegou a ser um especialista em eletrônicos, mas ao aprender os conceitos básicos conseguiu se aproximar das pessoas certas no lugar certo. Vivendo no Vale do Silício, conheceu Steve Wozniak, gênio criador do primeiro computador da Apple. Trabalhou na Atari até decidir criar, com Woz, sua própria empresa.
Em mais uma conexão com a contracultura, Jobs teria tido um relacionamento de curta duração com a cantora folk Joan Baez, ex-namorada do ícone da música Bob Dylan, talvez o maior ídolo do empresário.
Casado com Laurene Powell desde 1991, Jobs deixa quatro filhos: Reed Paul, Erin Sienna, e Eve, nascidos de seu relacionamento com Laurene, e Lisa Brennan-Jobs, de um relacionamento anterior com a pintora Chrisann Brennan.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Filho de casal de lésbicas passa por mudança de sexo


Thomas Lobel, de 11 anos, filho de um casal de lésbicas na Califórnia, está mudando de sexo desde os 8 anos de idade e tem sido caso de polêmica na sociedade.
As mães de Thomas, Pauline Moreno e Debra Lobel disseram apoiar a decisão do filho, que agora é chamado de Tammy, e alegaram que seria melhor começar o processo de mudança sexual enquanto ainda é criança porque na adolescência os casos de suicídio por confusão de identidade são muito grandes.
Quando tinha apenas 7 anos, o menino tentou tirar seu órgão sexual e com isso foi diagnosticado um transtorno de gênero. No ano seguinte, ele iniciou um tratamento que impedirá o desenvolvimento de ombros largos, voz grave e pelos no rosto e ajudarão no crescimento dos seios.
Esse tratamento de hormônio não impedirá que Tammy decida em tempo sua opção sexual, caso opte por não tomar mais os medicamentos, sendo assim, possível passar pela puberdade sem que afete sua fertilidade.
Tammy vive na cidade de Berkeley, que é uma das quatro nos Estados Unidos que possui um hospital com especialidade em crianças transexuais, que são tratadas por endocrinologistas, pediatras e profissionais de saúde mental.
As outras cidades são Boston, Seatle e Los Angeles.

Polícia abrirá mais de 4 mil vagas para a Copa


A Copa do Mundo (2014) e Olimpíadas (2016) estão se aproximando e para garantir a segurança da população durante a realização desses grandes eventos esportivos que serão sediados pelo Brasil será necessário adequar o efetivo dos órgãos policiais brasileiros. O que exige a abertura de novos concursos públicos.
Segundo informações do site A Tarde On Line, a meta da Polícia Federal (PF) é promover a formação de cerca de mil policiais por ano até 2013, ano que antecede a realização da Copa. Na Bahia, a previsão é de realização de concursos para a Polícia Militar, com oferta de 3.500 vagas de soldado e Polícia Civil, com vagas ainda a serem definidas para o cargo de delegado e perito técnico. Para este último, a previsão é de 100 oportunidades.
Por sua vez, os grandes eventos esportivos podem trazer ao país um número de até 2,98 milhões de visitantes adicionais no período de 2010-2014, de acordo com dados do instituto de pesquisa Ernst & Young Terco. Na Bahia, cuja capital está entre as 12 sedes da Copa, a expectativa da Secretaria de Turismo é de 700 mil turistas durante os meses de junho e julho de 2014, o que representa 300 mil visitantes a mais do que o Estado costuma receber neste período.
Prazos
De acordo com o subsecretário de Segurança Pública do Estado e representante da SSP na Secretaria Estadual para Assuntos da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 (Secopa), Ary Pereira de Oliveira, a PM conta, hoje, com 30 mil policiais. “Independente da Copa, já seria necessário abrir novos concursos para adequar o efetivo atual”, explica o subsecretário e informa que o governador baiano, Jaques Wagner, já autorizou a abertura de novos concursos para soldado da PM e para perito técnico e delegado da Polícia Civil. O processo está sendo analisado por uma Junta Orçamentária que irá definir o número exato de vagas que serão oferecidas, informou a assessoria da Secretaria de Planejamento do Estado (Seplac). Por isso, não é possível, ainda, afirmar se os processos seletivos serão abertos ainda este ano. Para a PM, são pleiteadas 3.500 vagas para soldado, com possibilidade de prorrogação do concurso para convocação de mais 3.500 aprovados. Já na Polícia Civil, a carência é de 2 mil policiais civis. 

PREVENÇÃO AO CÂNCER DE MAMA


O Governo da Bahia vai deflagar uma ampla campanha de prevenção e incentivo à detecção e tratamento precoce do câncer de mama. Com o programa “Saúde em Movimento”, a administração estadual prevê a realização de um milhão de exames de mamografia nos próximos dois anos. Também serão disponibilizadas 149 mil ultrassonografias e a igual quantidade de consultas médicas.
A iniciativa é o principal assunto do programa Conversa com o Governador desta terça-feira, 04. Clique aqui e confira.

Vereador pastor é pivô de barraco na Câmara de Feira de Santana

Um barraco amoroso transformou a Câmara Municipal de Feira de Santana em cenário de novela mexicana, depois que a mulher de um vereador invadiu a sessão de anteontem para acusar outra parlamentar de ser amante e sócia do marido em supostos negócios ilícitos.

A confusão, com direito a exibição de carta anônima, baixarias verbais e tentativas de agressão física, virou BO na Delegacia da Mulher da cidade situada a 108 quilômetros da capital, com promessas de processos criminal e cível.O pivô do escândalo que virou fofoca de bar e destaque na imprensa de Feira é o vereador Ewerton Carneiro (PTN). O vereador é mais conhecido como Pastor Tom, devido ao trabalho como líder religioso em uma igreja evangélica.Clímax A sessão da última segunda mal tinha começado quando a mulher do pastor, Ana Paula, visivelmente em fúria, entrou no plenário da Casa com uma carta nas mãos. A correspondência digitada em computador continha relatos de um suposto caso entre o marido dela e a vereadora Cíntia Medrado (PSL).“Ela começou a fazer xingamentos, a me acusar de perturbar a vida dele (do Pastor Tom), de perseguir, de ficar ligando para o telefone do vereador”, contou Cíntia. A parlamentar afirma que, após o início do bafafá, saiu do plenário, mas foi alcançada por Ana Paula.Na área externa, o barraco recomeçou. “Disse a ela somente que me respeitasse, como representante legítima do povo e mulher de Deus. Mesmo assim, ela veio jogar a carta em mim e só não me agrediu porque um assessor e dois motoristas se jogaram na frente”, contou Cíntia.Enquanto isso, o pivô da baixaria, agora apelidado de “Pastor Pegador” nas rodas de futrica da cidade, se manteve afastado da confusão, apesar de presente na Casa. A distância regulamentar adotada pelo vereador tem como provável motivo a história de amor entre ele e Cíntia.Romance A história é velha conhecida nos bastidores da política feirense. Ambos eram casados quando Cíntia, que estava em seu segundo mandato, e o novato Pastor Tom se separaram e assumiram publicamente o namoro no plenário da Casa. Meses depois, ficaram noivos.Há cerca de oito meses, romperam o relacionamento, quando o vereador pastor voltou para a antiga mulher, que tem trajetória de líder evangélica e é apontada como maior cabo eleitoral do político, um ex-policial militar conhecido pela atuação na Rua Nova, bairro de classe média baixa de Feira.“Fui noiva do esposo dela (de Ana Paula), nos relacionamos por dois anos. Mas, desde que terminamos, meu contato com ele é estritamente na Casa. Não temos nada”, destacou Cíntia. Mas por que, apesar do distanciamento, a rival invadiu a Câmara para acusá-la?De acordo com um assessor parlamentar de Feira, que prefere não ser identificado, a baixaria tem origem na denúncia feita por Ana Paula no calor do barraco: a suposição de que ambos são sócios em uma clínica de oftalmologia que vem tentando emplacar convênios com a prefeitura.“Sabíamos que ela vinha se queixando que ambos continuavam a se falar por conta desses supostos negócios, mas são coisas sem provas, só no campo da boataria”, disse a fonte. Ambos negam ter qualquer negócio juntos. Procurada, Ana Paula não foi encontrada para comentar o caso.


Desfecho 
Cíntia e Tom, quando se relacionavam
 sem barracos
Procurado, o Pastor Tom minimizou a repercussão do barraco amoroso. “Não teve problema nenhum, é coisa que o povo aumenta. Estamos bem e não houve traição. Sou bem casado e isso é assunto particular, que não tem a ver com meu trabalho, nem com o fato de ser religioso, já que é história do passado”, afirmou.
Já Cíntia deu queixa, ainda na segunda, contra Ana Paula, na Delegacia da Mulher e, ontem, subiu à tribuna para se defender das acusações. Anunciou ainda que vai processá-la por calúnia, difamação e injúria e pediu que a rival seja barrada na Casa, devido às ameaças.“Na minha vida parlamentar, nunca vi baixaria assim. É o preço que pago por ter me relacionado com gente desse nível”, afirma. Sobre o ex-noivo, só tem críticas: “Quero distância total. Ele foi omisso, o que o torna cúmplice dela”.DO CORREIO

ITABUNA TERÁ ORÇAMENTO DE R$ 460 MILHÕES


A prefeitura de Itabuna divulgou que a proposta orçamentária para o próximo ano é de R$ 460 milhões. O maior volume de recursos, conforme a proposta, será absorvido pela área de Saúde: R$ 113.730.096,00, volume somente alcançado se a prefeitura conseguir recuperar a gestão plena do setor.
A Educação vem em segundo lugar (R$ 79 milhões), seguida pela área de infraestrutura e desenvolvimento urbano (R$ 55 milhões). A proposta orçamentária foi encaminhada para a Câmara de Vereadores, que tem até o dia 31 de dezembro para votá-la.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Vídeo do Pastor Evangélico que fez Interpretação Equivocada da Bíblia, e engravidou uma crente.

Um Pedreiro que se diz Pastor Evangélico comete adultério e engravida uma crente, ainda diz que a previsão está na Bíblia, ele trocou a palavra ADÚLTERA porADULTERA. Observe que a primeira tem acento. Assista o vídeo da reportagem da globo sobre o assunto.


Marido flagra mulher beijando Padre da Paróquia Local



O Comentário que se ouve em Salobro, foi o acontecido na noite do dia 30 de setembro. Ao chegar a sua residência Marido flagrou sua esposa em abraços e beijos, ou melhor, namorando com o Padre José Carlos que atende as Paróquias de Salobro e Canarana, ao ver aquelas cenas ele ficou em choque mesmo porque o padre era um amigo que sempre freqüentava sua casa, inclusive nesta noite o Padre tinha ido assistir o Globo Repórter.
Naquela noite o marido teve que sair para desabafar dormindo em outra casa e só retornando no dia seguinte.


“Estamos revoltados por este acontecimento, pois ficou um mau exemplo para a sociedade, já que o Padre é um conselheiro e de dar exemplo para todos nós que freqüentamos a igreja.” Disse alguns paroquianos.
A Bíblia diz em Mateus 5:27-28 “Ouvistes que foi dito: Não adulterarás. Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela. Fonte: http://www.bahiaemfocos.com/

Ganhador do Nobel de Medicina morre 3 dias antes de prêmio

O canadense Ralph Steinman, um dos ganhadores do prêmio Nobel de Medicina de 2011, anunciado nesta segunda-feira (3), morreu apenas três dias antes de os vencedores da premiação terem sido divulgados. O cientista de 68 anos lutava há quatro contra um câncer e foi escolhido por suas descobertas sobre as respostas imunes do organismo. “Ele foi diagnosticado com câncer de pâncreas há quatro anos, e a vida dele se prolongou graças à aplicação de uma imunoterapia à base de células dendríticas que ele mesmo criou”, informou, em nota, a Universidade Rockefeller, nos Estados Unidos, onde Steinman lecionava. Pelas regras da premiação, não são permitidas nomeações póstumas. Como o comitê não sabia da morte do pesquisador, ainda analisa os regulamentos para decidir o que será feito. Em princípio, a homenagem seria dividida entre o canadense e os cientistas Bruce Beutler e Jules Hoffmann. Informações do G1.

Dilma promete 'Bolsa Verde' para 73 mil famílias

A presidente Dilma Rousseff prometeu, na manhã desta segunda-feira (3), em seu programa de rádio semanal Café com a Presidenta, que o programa Bolsa Verde será estendido a 73 mil famílias até o final de seu mandato. O projeto faz parte do Plano Brasil sem Miséria e incentiva extrativistas da região da Amazônia a preservar a floresta em troca de uma bolsa de R$ 300 paga a cada três meses. "O programa faz o casamento da geração da renda com a preservação ambiental, porque ele vai combinar essas duas coisas para que o país continue crescendo, sempre de forma sustentável", disse a presidente. Atualmente, o programa atende a 3,5 mil extrativistas da região norte e a meta do governo é de que o plano alcance 18 mil famílias até o fim do ano. Atualmente, cerca de 2,65 milhões de brasileiros vivem em situação de extrema pobreza na região, a maioria na zona rural.

Brasil cede à pressão da Fifa e aceita rever Lei da Copa

Em reunião com o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, a presidente Dilma Rousseff cedeu às pressões da entidade que organiza a Copa do Mundo de 2014 no Brasil e topou rever alguns pontos da Lei Geral da Copa, que causaram conflito com a Federação Internacional de Futebol. Segundo matéria do jornal O Globo, o encontrou se deu a portas fechadas, neste domingo (2), com participação do ministro do Esporte, Orlando Silva. A Fifa quer que leis brasileiras sejam suspensas durante o Mundial, como a proibição de venda de bebidas alcoólicas nos estádios, meia entrada para estudantes e idosos, e cobra ainda combate mais vigoroso à pirataria. A venda de meia entrada para os que têm mais de 60 anos, garantida pelo Estatudo do Idoso, entretanto não deverá sofrer alteração. Segundo Valcke, as exigências para o Brasil são as mesmas aplicadas na África do Sul em 2010 e serão idênticas as que serão impostas à Rússia em 2018.

Em sétimo dia de greve, bancários falam em fortalecimento


Nesta segunda-feira (03), os bancários entram no sétimo dia de greve. Os trabalhadores falam agora em consciência da necessidade de fortalecer o movimento e a mobilização. De acordo com os sindicalistas, o movimento está crescendo.  Nesta segunda, o último estado da Federação, Roraima, está aderindo à greve nacional da categoria.
Na última sexta-feira (30), os trabalhadores dos Correios, que também estão em greve, e dos bancos, se uniram em todo o país e realizaram grandes manifestações e passeatas em várias cidades do Brasil.
“Precisamos seguir em frente numa greve forte e unitária para pressionar os banqueiros a apresentar uma proposta decente de trabalho, emprego e renda para todos. Da nossa unidade e participação dependerá um acordo coletivo digno”, divulgou em nota o sindicato dos bancários de Itabuna.
Por: Radar Notícias 

EXPOFENITA: ORGANIZADORES FAZEM BALANÇO POSITIVO


Dos cerca de  mil animais oferecidos em leilão na Exposição Agropecuária e Feira de Negócios de Itabuna, 800 foram comercializados. Com números como esse, os organizadores afirmam que o evento, encerrado neste domingo, 02, foi um sucesso.
Segundo o empresário Josias Miguel, coordenador executivo da Expofenita, a exposição  – realizada pelo terceiro ano consecutivo – já é considerada a principal iniciativa voltada à promoção da agropecuária regional.
A Expofenita foi realizada pela Agesulba, tendo entre os parceiros a Prefeitura de Itabuna, o Sindicato Rural e a Amurc. Um dos destaques da programação foi a Feira dos Municípios, que reuniu stands de 20 cidades da região.

VIZINHOS DE FÁBRICA DA TRIFIL ACUMULAM PREJUÍZOS

 D´A Região
A rede de esgoto da Trifil está causando a morte de animais e prejuízos aos moradores vizinhas à indústria têxtil em Itabuna, principalmente na rua F, no bairro Nova Itabuna. Água cristalina, pescadores retirando do riacho parte do sustento da família, meninos e meninos se banhando nos finais de tarde, animais encontrados com facilidade na beira do riacho e criação de aves.
Esse era o cenário, na década de 90, nos sítios que são vizinhos à Itabuna Têxtil Ltda (Trifil). Segundo os moradores, foi exatamente a implantação da fábrica da Trifil no bairro Campo Formoso, vizinho ao Nova Itabuna, no final da década de 90, que iniciou uma série de prejuízos.
Proprietários dos sítios reclamam que a empresa, sem autorização, fez intervenções no riacho e passou a jogar o esgoto sem tratamento nele. Os moradores acusam a empresa de não fazer o tratamento da água usada na fábrica e afirmam que os prejuízos começaram na construção. Muitas casas estão com rachaduras nas paredes, que teriam sido causadas pela dinamite usada no desvio do riacho.
“Só minutos antes das explosões os responsáveis pelo desvio do riacho mandavam que saíssemos”, contra Adalgisa Araújo dos Santos. A idosa conta que mora no local há 46 anos e perdeu 300 metros de seu sítio com as intervenções promovidas pela Trifil.
Hoje ela paga IPTU para a prefeitura como se fosse proprietária de uma área de 1.200 metros quadrados. Mas esse não é o seu único prejuízo. As paredes de casa estão cheias de rachaduras.

BAHIA TERÁ HORÁRIO DE VERÃO


O governador Jaques Wagner confirmou nesta manhã de segunda-feira (3) que a Bahia vai aderir ao horário de verão na temporada 2011-2012. Há oito anos que o estado estava de fora da mudança. Desta vez, o governador cedeu às pressões do empresariado baiano que até providenciou estudo para confirmar as vantagens do estado com a adesão ao horário de verão.
O estudo sinalizou principalmente para desvantagens em relação a horários bancários, de voos e programações nacionais de emissoras de televisão. O levantamento ainda apontou que o sol nasce 45 a 47 minutos mais cedo a partir de 16 de outubro, quando começa a valer a mudança de horário e os baianos também terão de adiantar o relógio em uma hora. O horário de verão vai até o dia 19 de fevereiro de 2012.

BAHIA TERÁ HORÁRIO DE VERÃO


O governador Jaques Wagner anuncia hoje que a Bahia estará incluída no horário de verão, que começa no próximo dia 16 de outubro.
A decisão foi tomada depois que o governador ouviu lideranças empresariais e de trabalhadores, além de ponderar os prós e contras da inclusão do estado no horário de verão.
Diante disso, o governador concluiu que a melhor alternativa é que a Bahia se adeque ao horário, que prevalecerá nas regiões Sul, Sudeste e Centro Oeste do País.

REJEIÇÃO PREOCUPA


Embora o prefeito Capitão Azevedo tenha se recuperado nas pesquisas quando o quesito é intenções de voto, membros do governo revelam preocupação com outro dado que emerge destas sondagens eleitorais: a alta rejeição.
Azevedo crava sempre entre 41% e 52% de rejeição popular.
O alívio é que as candidaturas mais fortes no campo oposicionista (Geraldo Simões e Juçara Feitosa, ambos do PT) também são donas de alta rejeição, apesar de figurar alguns pontinhos percentuais à frente de Azevedo ou empatarem nas intenções de voto.
A tática para reduzir o percentual de rejeição a níveis aceitáveis e, claro, pontuar melhor nas intenções de voto do governo será mesmo jogar todas as fichas nas obras nos bairros (leia-se pavimentação de ruas).
O governo também reforçou o time com figuras que, embora rejeitadas, sabem jogar eleitoralmente, a exemplo de Maria Alice Pereira, a ex-secretária de Governo nas gestões de Fernando Gomes, também conhecida como faz-tudo fernandista. Ela e o vereador Roberto de Souza (PR) são os responsáveis pelas cooptações de lideranças que sonham disputar eleição legislativa em 2012.
Ainda sobre o quesito rejeição, o sociólogo Agenor Gasparetto defende teoria (baseada em estudos próprios) de que dificilmente é reeleito o gestor que tenha mais que 25% de rejeição.